Escorpiões

Os Escorpiões no Brasil

 

Estão na natureza a 325 a 350 milhões de anos.

Pertencem à Classe Arachinida que que abriga 651 famílias.

A ordem dos escorpiôes representam 1,5% dos aracnídeos conhecidos, com aproximadamente 1.500 espécies no mundo.

São animais quase sempre solitários. 

 

No Brasil existem 82 espécies de escorpiões, destas 54 são da família Tityus.

Escorpião Amarelo - Tityus serrulatus

São vivíparos, com 30 filhotes por ninhada, tornando-se independe após 3 meses de vida.

Sua população são formadas apenas por fêmeas.

Essa espécie não necessita do macho para se reproduzir, ou seja, se reproduz por partenogênese. Uma fêmea pode gerar até 30 filhotes que ficaram com a mãe por cerca de 2 semanas (vide foto abaixo)

No Paraná ocorre cerca de 1.000 acidentes/ano, mais frequentemente nas regiões mais quentes do norte do estado.

O norte do Paraná neste ano de 2017 apresentou vários casos e infelizmente alguns fatais, principalmente envolvendo crianças pequenas.

Esse escorpião que está na mão do Prof. Ramirez é o Tityus serrulatus (foto à direita), o famoso escorpião amarelo. Uma picada deste animal pode ser fatal dependendo da idade, resistência da pessoa e velocidade que é encaminhada ao hospital.

Prof. Eduardo Ramirez com um escorpião amarelo vivo, segurando com uma pinça.

Locais onde podemos encontrar os escorpiões:

- Nos quintais: entulhos, perto de fossa, madeira empilhada, tijolos empilhados, etc.

- Nos cemitérios

- Nas redes de esgoto

Em Ivaiporã foi encontrado o 1º escorpião amarelo no dia 07 de março/2018 (foto abaixo)

Até então só havia o escorpião preto.

Escorpião Preto - Bothriurus bonariensis

Esta espécie está distribuída na América dos Sul e várias outras regiões. 

A temperatura ideal é de 30º.

São de pequeno a médio porte, com coloração variando do amarelo ao preto.

São vivíparos, ou seja, não põem ovos, os filhotes nascem em parto normal das fêmeas. Entre 6 a 30 filhotes por parto.

Vivem em terrenos baldios, matos, próximos às sangas (pequenos córregos) riachos, troncos caídos, frestas de muros, casas velhas, sapatos.

São predadores de insetos, principalmente baratas, grilos e gafanhotos.

Seu veneno não causa morte. A sua picada é semelhante à ferroada de abelha.

Fonte: Pragas Urbanas - pág. 258 

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